sexta-feira, 15 de maio de 2009

Quero adotar um cãozinho!

Um de meus maiores desejos é poder um dia adotar um cãozinho desses de rua, cheio de carências, e transofrmar a vida desse bichinho, até que ele envelheça com um lar.

Nada me corta mais o coração que ver cachorros abandonados, magricelas, procurando comida, procurando amor. E por mais estranho que possa parecer, sim, eu tenho mais dó de cachorros e gatos.

O homem pega esses pobres bichinhos, não cuida adequadamente, deixa que procriem a torto e à direita, e depois despeja os filhotes em qualquer canto, ou doa os bichinhos a qualquer um. Esses pobres filhotes, então, passarão a viver nas ruas, mendigando água, restos de comida, mendigando carinho que ninguém dá, porque o bichinho está todo cheio de sarnas e fedido.

Esses pobres animais vagam quilômetros e quilômetros, comendo lixo, bebendo água de poças, pegando doenças, e quase ninguém tem a coragem de ir lá e resgatar o pobrezinho.

Nós, humanos, damos importância a animais de raça, pagamos por “pedigree” para termos um cachorro bonitinho, que agrade visualmente a todos, mas não temos o coração grande o suficiente para deixarmos de lado o esse medo que temos de como a sociedade vai nos ver com um vira-latas, e não com um bichinho de pelagem bonita, cor deslumbrante e carinha peludinha.

Infelizmente ainda não consegui cumprir esse meu maior desejo, mas toda vez que vejo um cachorro triste, me seguindo, com aquele olhar caído de quem implora ajuda, implora piedade, implora carinho, atenção, calor, alimento… Toda vez que vejo esses bichinhos, tenho vontade de chorar, por não poder abraçá-lo e levá-lo para casa, cuidar até que todas as suas doenças se curem, e torná-lo um membro da minha família até o fim. Ainda me falta espaço e dinheiro para isso.

Sabe aqueles desejos que você estabelece quando é criança?
Esse é um dos meus desejos.

Porque para mim, animais são aqueles que expressam de forma mais pura e sincera o que sentem, e devido a esta sinceridade, eu os considero como irmãos para mim.

sábado, 9 de maio de 2009

Por que etê, por que laranja


Um blog ainda cru. Mas um espaço que posso me livrar dos pensamentos que se acumulam em minha mente e me angustiam. Sinto que preciso dizê-los, mas nem sempre há quem os ouça.

Para começar, nada melhor que explicar o porquê da vida ser laranja.

Há três anos, numa madrugada de junho, eu e minha melhor amiga "virtual" conversávamos sobre como pensávamos diferente da maioria das pessoas, como nossos gostos eram distintos do povo "dessa terra".
Surgiu então a grande brincadeira de sermos etês, de não sermos da Terra e estarmos aqui vagueando à procura de... alguma coisa.

E para nos diferenciar, nos nomeamos de acordo com nossas cores preferidas.

Prazer,

Etê Laranja.